sexta-feira, 29 de novembro de 2013



Vírus da Gentileza com Audiodescrição













A audiodescrição é um recurso de acessibilidade que amplia o entendimento das pessoas com deficiência visual em eventos culturais, gravados ou ao vivo, como: peças de teatro, programas de TV, exposições, mostras, musicais, óperas, desfiles e espetáculos de dança; eventos turísticos, esportivos, pedagógicos e científicos tais como aulas, seminários, congressos, palestras, feiras e outros, por meio de informação sonora."



A audiodescrição é uma atividade de mediação linguística, uma modalidade de tradução intersemiótica, que transforma o visual em verbal, abrindo possibilidades maiores de acesso à cultura e à informação, contribuindo para a inclusão cultural, social e escolar. Além das pessoas com deficiência visual, a audiodescrição amplia também o entendimento de pessoas com deficiência intelectual, idosos e disléxicos.
                                                                                                                                     (Lívia Motta)

O video nos mostra a grande importância que cada um de nós temos numa sociedade e como podemos contribuir para que o mundo seja melhor;  cenas que motivam as pessoas serem mais solidárias, amigas, companheiras e sobretudo se dispor a ajudar os outros. Levando para o lado das crianças que sofrem com DV é certo dizer que elas precisam de nós; do nosso apoio e da nossa colaboração e dedicação nos momentos de dificeis. Só assim com todos ajudando é que faremos a diferença nessa sociedade de preconceitos.

Não deixem de assistir o filme é muito bom e nos faz refletir sobre nossas atitudes em sociedade........














sábado, 19 de outubro de 2013

Sugestões de jogos para alunos com DI



JOGOS PARA O DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL.
                                                                      
Os jogos e as brincadeiras estão presentes na vida das pessoas desde a nossa infância e hoje são indispensáveis no processo educacional de muitas crianças que com o lúdico aprende de forma espontânea e criativa as mais variadas formas do conhecimento.
De acordo com VYGOTSKY(1998), a arte de brincar pode ajudar a criança
com necessidades educativas especiais a desenvolver-se, a comunicar-se com os que a cercam e consigo mesma.
IDE (2008) relata que o jogo possibilita à criança deficiente mental aprender de acordo com seu ritmo e suas capacidades. Há um aprendizado significativo
associado à satisfação e ao êxito, sendo este a origem da autoestima.
Quando esta aumenta, a ansiedade diminui, permitindo à criança participar das tarefas de aprendizagem com maior motivação. O uso do jogo também possibilita melhor interação da criança deficiente mental com os seus coetâneos normais e com o mediador.
Essas são algumas sugestões de jogos e brincadeiras para trabalhar com alunos que tem DI que necessita de cuidados e práticas pedagógicas especificas 



 


BOLICHE DE LATAS

Estimula:
Motricidade, coordenação motora ampla, coordenação visomotora, arremesso ao alvo, controle de força e direção.

Descrição:
Bolas de meia feitas com algumas meias juntas, que são enfiadas no fundo
de uma meia comprida. Para arrematar, torcer e desvirar o cano da perna da meia várias vezes, recobrindo a bola para, posteriormente, costura-la. Latas vazias, do mesmo tamanho, com números colados.

Possibilidades de exploração:
-Empilhar as latas fazendo um castelo.
-Jogar como boliche: cada jogador arremessa três bolas, tentando derrubar
todas as latas.
-Contar os pontos de acordo com os números escritos nas latas derrubadas.
-Vence o jogo quem tiver feito mais pontos.


REFERÊNCIAS:
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
______. Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1991.





domingo, 8 de setembro de 2013

Comunicação Alternativa

A área da tecnologia assistiva que se destina especificamente à ampliação de habilidades da comunicação é denominada de Comunicação Alternativa (CA). Destina-se a pessoas sem fala ou sem escrita funcional ou em defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade de falar e/ou escrever.
A CA pode acontecer sem auxílios externos e, neste caso, ela valoriza a expressão do sujeito, a partir de outros canais de comunicação diferentes da fala: gestos, sons, expressões faciais e corporais podem ser utilizados e identificados socialmente para manifestar desejos, necessidades, opiniões, posicionamentos, tais como: sim, não, olá, tchau, banheiro, estou bem, sinto dor, quero (determinada coisa para a qual estou apontando), estou com fome e outros conteúdos de comunicação necessários no cotidiano.
Com o objetivo de ampliar ainda mais o repertório comunicativo que envolve habilidades de expressão e compreensão, são organizados e construídos auxílios externos como cartões de comunicação, pranchas de comunicação, pranchas alfabéticas e de palavras, vocalizadores ou o próprio computador que, por meio de software específico, pode tornar-se uma ferramenta poderosa de voz e comunicação. Os recursos de comunicação de cada pessoa são construídos de forma totalmente personalizada e levam em consideração várias características que atendem às necessidades deste usuário.
O termo Comunicação Aumentativa e Alternativa foi traduzido do inglês Augmentative and Alternative Communication - AAC. Além do termo resumido "Comunicação Alternativa", no Brasil encontramos também as terminologias "Comunicação Ampliada e Alternativa - CAA" e "Comunicação Suplementar e Alternativa - CSA".

                                                                                    Cartões de comunicação
A imagem apresenta vários cartões de comunicação com símbolos gráficos representativos de mensagens. Os cartões estão organizados por categorias de símbolos e cada categoria se distingue por apresentar uma cor de moldura diferente: cor de rosa são os cumprimentos e demais expressões sociais, (visualiza-se o símbolo "tchau"); amarelo são os sujeitos, (visualiza-se o símbolo "mãe"); verde são os verbos (visualiza-se o símbolo "desenhar") ; laranja são os substantivos (visualiza-se o símbolo "perna"), azuis são os adjetivos (visualiza-se o símbolo "gostoso") e branco são símbolos diversos que não se enquadram nas categorias anteriormente citadas (visualiza-se o símbolo "fora").






PCS
Um dos sistemas simbólicos mais utilizados em todo o mundo é o PCS - Picture Communication Symbols, criado em 1980 pela fonoaudióloga estadunidense Roxanna Mayer Johnson. No Brasil o PCS foi traduzido como Símbolos de Comunicação Pictórica. O sistema PCS possui como características: desenhos simples e claros, fácil reconhecimento, adequados para usuários de qualquer idade, facilmente combináveis com outras figuras e fotos para a criação de recursos de comunicação individualizados. São extremamente úteis para criação de atividades educacionais. O sistema de símbolos PCS está disponível no Brasil por meio do software Boardmaker.


Prancha com símbolos PCS
Visualiza-se uma prancha de comunicação com dezoito símbolos gráficos PCS cujas mensagens servirão para escolher alimentos e bebidas. Os símbolos PCS estão organizados por cores nas categorias social (oi, podes ajudar?, obrigada); pessoas (eu, você, nós); verbos (quero, comer, beber); substantivos (bolo, sorvete, fruta, leite, suco de maçã e suco de laranja) e adjetivos (quente, frio e gostoso).